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Details

Submitted on
September 8, 2013
Image Size
7.9 MB
Resolution
2692×3988
Thumb

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223
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34 (who?)
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1

Camera Data

Make
Canon
Model
Canon EOS 1000D
Shutter Speed
1/256 second
Aperture
F/14.0
Focal Length
45 mm
ISO Speed
200
Date Taken
Sep 30, 2011, 4:18:40 PM
Lens
EF-S18-55mm f/3.5-5.6 IS
Software
Microsoft Windows Photo Viewer 6.1.7600.16385
Sensor Size
15mm
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Juromenha Fortress III by FilipaGrilo Juromenha Fortress III by FilipaGrilo
Juromenha (Nossa Senhora do Loreto) - Alentejo / Portugal


© Filipinha - All rights reserved

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Juromenha Fortress Juromenha Fortress II Juromenha Tipical House





A Fortaleza de Juromenha localiza-se na Freguesia de Nossa Senhora do Loreto, Concelho de Alandroal , Distrito de Évora, em Portugal.
Entre a Guerra da Restauração e a Guerra Peninsular, sobre o rio Guadiana cuja travessia fechava, foi considerada uma das chaves da fronteira do Alentejo.

No contexto da Restauração da independência portuguesa, a partir de 1640, ante a iminência de uma invasão espanhola, impôs-se a completa reestruturação das fortificações fronteiriças de Portugal, adaptando-se as estruturas ainda medievais às exigências da artilharia da época. Diante da precariedade da defesa constituída pelo Castelo de Juromenha, que remontava à Idade Média, foram apresentados, em 1644, três diferentes planos para modernização desta defesa ao Conselho de Guerra do rei D. João IV (1640-1656):

* o de autoria do engenheiro-militar e arquitecto italiano Pascoeli, descartado por oferecer uma proteção insuficiente;
* o do jesuíta neerlandês Cosmander, que veio a ser eleito na ocasião, mesmo em face dos elevados custos e dificuldades técnicas;
* o do francês Nicolau de Langres, que, em face da paralisação do projecto do seu antecessor, veio a ter este aprovado em 1646, assumindo as obras.

Com os trabalhos ainda em andamento, um incêndio fez saltar o paiol da pólvora (Janeiro de 1659), o que causou a destruição de parte expressiva das estruturas já edificadas e do antigo Paço Municipal. Uma centena de homens da guarnição (estudantes da Universidade de Elvas) e três mestres que os capitaneavam, perderam a vida na ocasião. Passando-se para o serviço da Espanha, Langres comandou, em pessoa, a artilharia inimiga quando do ataque de 1662, capturando esta fortificação que ele mesmo construíra. Esta praça permaneceu ocupada por tropas espanholas até ao Tratado de Lisboa (13 de Fevereiro de 1668), quando retornou à posse da Coroa portuguesa.

A fortaleza sofreu severos danos com terramoto de 1755, tendo-lhe sido efetuadas obras de reparo e de ampliação, quando foi adossado um novo baluarte à muralha pelo lado do rio Guadiana, para defesa do ancoradouro. No início do século XIX, no alvorecer da Guerra Peninsular, foi entregue, sem resistência pelo seu Governador, às tropas espanholas quando da chamada Guerra das Laranjas, para ser recuperada apenas em 1808. Com a perda de sua função defensiva diante da evolução dos meios bélicos, entrou em decadência, até ao seu abandono em 1920.

A partir de 1950 a Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN) iniciou-lhe extensas obras de consolidação e reparo, que se estenderam, com intervalos, até 1996. Encontra-se classificada como Imóvel de Interesse Público através do Decreto nº 41.191, de 18 de Julho de 1957.

Em precário estado de conservação, encontram-se concluídos os trabalhos de prospecção arqueológica, encontrando-se pendente de aprovação um projeto de requalificação de suas dependências como instalação hoteleira, inscrito num programa mais vasto de turismo para a região, desde 2005. Actualmente podem ser observados trechos de muralhas e de edificações representativos dos seus diversos períodos construtivos, onde às estruturas medievais se misturam os elementos arquitectónicos típicos das fortalezas abaluartadas.
Características

Fortificação do tipo misto, apresenta planta poligonal, composta por duas cinturas de muralhas, uma interna, onde se inscreve a antiga Torre de Menagem, e outra, externa, do tipo abaluartado no sistema de Vauban, onde se observa a presença dos diversos elementos deste tipo de fortificação: cortinas, revelins, fossos-secos, canhoneiras e outros.

Ao abrigo dos muros foram edificadas a Igreja Matriz e a Igreja da Misericórdia, bem como reedificado o antigo Paço do Concelho e cadeia. Uma cisterna de planta rectangular, abastecia a guarnição e os habitantes. [link]

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Excuse the bad English, I used the google translator

The Fortress of Juromenha located in the Parish of Our Lady of Loreto, Alandroal County, District of Évora, Portugal.
Between the War of Restoration and the Peninsular War, on the Guadiana river whose crossing closed, was considered one of the keys to the Alentejo border.

In the context of the Restoration of Portuguese independence, from 1640, before the imminence of a Spanish invasion, it became a complete restructuring of border fortifications of Portugal, adapting structures to the demands of even medieval artillery of the time. Given the precariousness of defense consisting of Juromenha the Castle, dating back to the Middle Ages, were presented in 1644, three different plans for modernization of the defense to the War Council of King John IV (1640-1656):

* Authored by the military engineer and architect Italian Pascoela, dropped by to offer inadequate protection;
* The Jesuit Cosmander Netherlands, which came to be elected at the time, even in the face of high costs and technical difficulties;
* The Frenchman Nicholas of Langres, who, due to the stoppage of the project of his predecessor, came to have it approved in 1646, assuming the works.

With work still in progress, a fire blew the powder keg of gunpowder (January 1659), which caused the destruction of a significant proportion of the structures already built and the old City Hall. One hundred men of the garrison (Elvas University students) and three teachers who captaincy, lost their lives on occasion. Turning to the service of Spain, Langres commanded in person, when the enemy artillery attack in 1662, capturing this fortress he had built. This square occupied by Spanish troops remained until the Treaty of Lisbon (13 February 1668) when he returned to the possession of the Portuguese Crown.

The fortress suffered severe damage from the earthquake of 1755, having been made to him works of repair and expansion, when it was addorsed a new stronghold on the wall on the side of the river Guadiana, to defend the harbor. In the early nineteenth century, at the dawn of the Peninsular War, was handed over without resistance by its Governor, the Spanish troops when the so-called War of the Oranges, to be recovered only in 1808. With the loss of its defensive function on the evolution of the war it fell into decay, until its abandonment in 1920.

Since 1950 the Directorate-General for National Buildings and Monuments (DGEMN) began her extensive consolidation and repair works that have continued at intervals until 1996. It is classified as a cultural heritage building by Decree No. 41191 of July 18, 1957.

In poor condition, are completed works of archaeological exploration, and is pending approval of a redevelopment project of its hotel facilities such as installation, enrolled in a larger program of tourism to the region since 2005. Today can be seen portions of walls and buildings representing different periods of its construction, where the medieval structures blend architectural elements typical of the strongholds abaluartadas.
Features

Fortification of mixed type, has a polygonal plan, consisting of two belts of walls, an inner part where the old castle keep, and another, foreign, abaluartado type in the system of Vauban, where we observe the presence of the various elements of this type of fortification: curtains, ravelins, ditches, dry, and other gunboats.

Under the walls were built the Mother Church and the Church of Mercy, and rebuilt the old palace and the County jail. A rectangular tank, supplied the garrison and inhabitants.
:iconmaska13:
maska13 Featured By Owner Sep 8, 2013
Like colors, and thanks for information!
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